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Granjinha/Cando

e Vale de Anta... factos, estórias e história.

Granjinha/Cando

e Vale de Anta... factos, estórias e história.

Reis de São Sebastião 2015 - Abobeleira (cont.)

17
Jan15

       Encontro dos dois grupos na estrada do Cando em direcção às alminhas para o almoço, um vindo da Granginha, pela Veiga da Granja e outro vindo da rua de Santo António (Vale de Anta). Que bela feijoada...

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    Depois dos estômagos aconchegados, a jornada continuou com um grupo  pela  Casas dos Montes e daqui em direcção à Abobeleira e o outro continuou a volta por Vale de Anta também em direcção à Abobeleira. Por fim os dois grupos reúnem-se para a volta final na terra do mordomo!

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_DSC8134.JPG       Na casa do mordomo os reis foram dobrados !

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_DSC8144.JPG       Depois da volta final na Abobeleira ao principio da noite, o banquete, onde não faltaram na ementa o cabrito, o leitão, o frango do campo, sobremesas variadas e o bolo de Reis (representando o percurso pelas quatro aldeias da freguesia), vinhos da colheita do mordomo, tudo uma delícia!

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_DSC8180.JPG   Um agradecimento também para as cozinheiras, responsáveis pelo banquete apresentado.

_DSC8171.JPG      No final do banquete a animação continuou com as concertinas e cantares à desgarrada !

_DSC8203.JPG    Por fim um agradecimento especial ao casal de  mordomos, que embora com contrariedades de ultima hora não desistiram. Cumpriu-se assim mais uma vez a tradição.

     Um abraço de consideração e amizade para eles.

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3 de Janeiro - Reis de São Sebastião 2015 - Abobeleira

04
Jan15

Imagens de uma tradição !

    Este ano os reis "calharam" na Abobeleira. Como é de tradição são nomeados dois mordomos no ano anterior pelo pároco da freguesia, seguindo a ordem do livro de casamentos. No entanto este ano apenas um mordomo Helder Mendes, acabou por assumir a responsabilidade de fazer cumprir a tradição.

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_DSC7931.JPG    O grupo de convidados do mordomo, iniciou a jornada na Abobeleira para "matar o bicho", dirigindo-se de seguida para Vale de Anta, onde se cantaram os Reis na igreja "dobrados", tal como nos restantes templos da freguesia, bem como na casa do mordomo.

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_DSC7937.JPG     De seguida o grupo inicial dividiu-se em dois, sendo que um grupo continuou a cantar em Vale de Anta e o outro avançou em direcção ao Cando e Granjinha. No final da manhã haveriam de se encontrar nas "Alminhas" para um reforço alimentar, para continuar a jornada um a terminar a volta a Vale de Anta e seguir para a Abobeleira e o outro em direcção ao Bairro dos Gafos e Casas dos Montes. Embora estes lugares não pertençam à freguesia, são ponto de passagem para a Abobeleira e os moradores destes bairros que conhecem a tradição aguardam a chegada do Reis. Por outro lado na freguesia a tradição vai-se perdendo, com muitas portas fechadas à sua passagem...

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_DSC7960.JPGRecepção no Cando.

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_DSC8000.JPGChegada  à Granginha.

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_DSC8052.JPG(cont.)

Abobeleira - Cultura e Tradição

11
Dez11

Hoje falamos de Cultura, daremos conta a seguir da tradição que foi cumprida!

A Abobeleira teve ontem no seu centro de convívio uma exposição de fotografia. Normalmente estas actividades culturais estão só acessíveis nos centros urbanos, mas a Lumbudus-Associação de Fotografia, também presente através de alguns dos seus associados na matança organizada pelo Jorge Carvalho, surpreendeu os presentes com uma retrospectiva em fotos dos anos anteriores.

Estiveram expostas fotografias de muita qualidade e muito apreciadas por muitas dezenas de pessoas, da aldeia e da freguesia, que passaram ontem pelo centro de convívio da Abobeleira.

Estas iniciativas, muito pouco apoiadas por quem tem esse dever, são ainda sinal de vitalidade de quem insiste em não deixar morrer a nossa cultura e tradições !

 

REIS DE SÃO SEBASTIÃO - 2011- ABOBELEIRA

10
Jan11

       A tradição do cantar dos Reis de São Sebastião da freguesia de Vale de Anta, cumpriu-se mais uma vez. Este ano os mordomos eram da Abobeleira. O "rancho", foi dividido em três grupos, para tornar a volta mais rápida e menos cansativa pelos vários lugares da freguesia. Nestas fotos vemos o grupo, que cantou na Granjinha e no Cando.

      Temos a noção que é cada vez mais difícil manter a tradição, pois o pessoal mais novo, não está sensibilizado para este tipo de actividades e até porque esta tradição envolve custos, que para muitas pessoas por vezes, mesmo com boa vontade, são difíceis de suportar. Claro que os grupos numerosos de outrora é difícil mantê-los, mas lembramos com saudade quando os Reis noutros tempos chegavam à Granjinha, era um acontecimento, chegavam a encher a Rua da Capela! 

     Pensamos que talvez, se poderá completar o modelo de nomeação dos mordomos. Além da nomeação normal, que segue o registo de casamentos da freguesia, se os mordomos não puderem ou não quiserem cumprir com a tradição, seja a Comissão Fabriqueira a organizar o Cantar dos Reis. Claro que nestes casos, à esmola angariada, retirariam as despesas com a organização.

   

  

  

   

 

 

            Nesta altura o grupo de cantadores, que trocou as voltas ao "fotografo", já vinha da Granjinha e foi apanhado no Cando, onde foram captados estes bonecos, com pouca qualidade, pois o fotografo é fraco e além disso estava a chuviscar...

          Para o ano "calha" em Vale de Anta, vamos aguardar então que os mordomos nomeados continuem a tradição!  

          

A Matança - Abobeleira 2010

16
Dez10

 

Matança Comunitária na Abobeleira

 

 

Cumpriu-se mais uma vez no último sábado a tradição da matança do porco na Abobeleira.

 

Quando chegámos ao recinto já ia adiantado a preparação do sarrabulho, o reco já estava a ser desmanchado pelo mordomo, JORGE CARVALHO, que retirava as iguarias, para depois seriam servidas aos convivas, o fígado, os rins e os rojões!

A tradicional fogueira já tinha brasas para fazer ferver os potes, e o Hélder já cuidava  do sarrabulho e posteriormente mexeu muito bem os rojões para estes não se agarrarem ao pote.

(foto Dinis Ponteira)

Iniciou-se a “jorna” com o sarrabulho, bem molhadinho com azeite e malagueta, e um tintinho!


Depois do "aperitivo" fez-se uma visita cultural à Barragem Romana da Abobeleira, onde se captaram alguns bonecos.


Na cozinha, a azáfama era grande. A LENA CARVALHO, a anfitriã e em conjunto com as suas amigas cozinheiras (bem-haja), cuidavam do petiscos que haveriam de ir deliciar os convidados. Estes já esperavam com água da boca, a preparação do petisco…e os mais impacientes, molhavam já a palavra com alguns dos tintos disponíveis!

Depois dos estômagos aconchegados a equipa de cozinheiras, com o casal de  Mordomos a ajudar, preparavam já a etapa seguinte: as carnes para a feijoada à Portuguesa, que à noitinha haveria de ser servida, acompanhadas de fêveras na brasa.

Os convidados, como não percebem nada destas andanças, uns ficaram pela suecada, outros por dois dedos de conversa ou resolveram dar mais uma volta à procura do boneco ideal, desta vez por Vale de Anta, tendo ido bater ao lugar da Capela, onde o Nel, abriu a porta do "altar"...Desta visita daremos conta, noutra ocasião!

De regresso à Abobeleira e já lusco fusco, esperamos junto à fogueira pela bela feijoada e pelas febras assadinhas na brasa, para acabar a jornada.

O incansável Jorge, com a paciência não de um Santo, mas de 2 ou 3, ainda tinha fôlego para servir  e agradar aos convidados, que pela noitinha tinham aumentado de número…

Agradecemos ao Jorge Carvalho o convite e o convívio entre amigos.

 

Obrigado.

16 Janeiro - Matança 2010 - Abobeleira

19
Jan10

  A chegada...

  Os valentes..

  O mordomo e matador...e alguns especialistas na arte do disfarce!

  Alguns amigos e convidados...

  Os cozinheiros de serviço à volta dos potes...

  

   Sarrabulho quentinho...

  

    Degustação...  

 

  da Coca -Cola...

  

   Parabéns à "anfitriã", cozinheira chefe... e companhia !

 

    Mais um momento de pausa...

    Preparativos para o prato principal...

  

   Novas Provas...

    O lume que "aqueceu" os convivas...

    

    Resta agradecer ao Jorge e Lena Carvalho, a forma como receberam os amigos, os amigos dos amigos, e os vizinhos da freguesia de Vale de Anta,  nesta teimosia de querer  manter uma tradição que parece esfumar-se.

     Que esteve lá, muito mais do que o calor da fogueira, sentiu calor humano!

     Obrigado.